quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Mousse de Palmito


ingredientes
  • 500 g de ricota processada ou passada na peneira;
  • 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado;
  • 250 g de maionese;
  • 1 vidro de palmito;
  • 1 cebola ralada;
  • 1 colher (sopa) de suco de limão;
  • 1 ½ pacotes de gelatina incolor;
  • 1 copo de água;
  • 1 colher (sopa) de mostarda;
  • 1 colher (sopa) de molho inglês;
  • 200 g de tomates secos picados;
  • Sal e pimenta moída na hora.
Modo de Preparar:
  • Dissolva a gelatina com a água no micro ou em banho-maria.
  • Pique o palmito bem miúdo ou processe, refogue com um pouco de azeite de oliva junto com a cebola.
  • Misture este refogado à ricota e vá mexendo bem.
  • Adicione os demais ingredientes, e por último a gelatina dissolvida e fria.
  • Unte uma fôrma de anel com óleo e água, coloque uma camada de mousse de palmito e uma de tomates secos, repetir estas camadas quantas vezes sejam possíveis.
  • Termina com palmito.
  • Leve para gelar pelo menos 8 horas.
Guarnição
  • Sirva com um mix de folhas como alface crespa, americana, rúcula e agrião.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Quiche de filé mignon com funghi

Serve: 5 pessoas
Nível: Avançado
Tempo: 1h30
Corte: Filé mignon (também conhecido como: filé)
Corte alternativo: Contrafilé

Ingredientes para a massa
2/3 de xícara (chá) de margarina
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de água
Sal a gosto
1 clara

Ingredientes para o recheio
400 ml de agua filtrada morna
150 gramas de filé mignon
60 gramas de funghi seco
20 gramas de manteiga com sal
Sal e pimenta-do-reino

Ingredientes para o creme
400 gramas de creme de leite longa vida ou fresco
160 gramas de queijo Gruyère cortado grosseiramente
100 gramas de queijo parmesão
5 ovos
Sal a gosto

Modo de preparo da massa
Misture a farinha, margarina e sal; deve ficar uma farofa e, rapidamente, misture a ela a água e faça tudo muito rápido pois o calor das mãos pode endurecer a massa. Leve para a geladeira por 20 minutos. Use uma assadeira de fundo falso de 25 cm, forre o fundo com a massa, bem fina e as laterais mais grossas- até a altura 3 cm. Esta massa não é possível usar o rolo, deve ser moldada com a mão. Pincele a clara em toda a massa, escorra o excesso, leve ao freezer por 20 minutos.
Modo de preparo do recheio
Lave o funghi em água corrente. Leve-os para uma tigela com água previamente aquecida em temperatura de morna para quente. Deixe hidratar por 2 horas, escorra, retire as partes que estiverem muito duras, corte em pequenos cubos; reserve. Corte o filé mignon em tiras bem finas- cerca de 3 mm.  Tempere com sal e pimenta a gosto. Coloque a manteiga na frigideira e deixe derreter, em seguida junte a carne. Deixe dourar sem ressecar, escorra bem e reserve.

Modo de preparo do creme
Coloque no liquidificador: ovos, creme de leite, sal a gosto, queijo parmesão ralado, queijo gruyère – seguindo esta ordem baterá mais fácil. Faça 5 pulses, depois deixe bater por 20 segundos; reserve.

Montagem
Aqueça o forno a 180 °C. Retire a massa do freezer (após os 20 minutos de resfriamento), espalhe metade do recheio no fundo da assadeira. Coloque devagar o creme e espalhe o restante do recheio sobre o creme. Leve ao forno preaquecido a180 °C por 45 a 50 minutos. A quiche, devido a quantidade de queijos e ovos, poderá estufar. Após a retirada do forno irá baixar.

Tomates recheados com almôndegas de acém

Serve: 4 pessoas
Tempo de preparo: 60 minutos
Grau de dificuldade: Avançado
Corte: Acém (também conhecido como Agulha, Alcatrinha do Dianteiro ou Lombinho) 
Cortes alternativos: Coxão mole ou Patinho
Ingredientes
800 g de acém moído
1/2 xícara (chá) de trigo em grão
1 colher (sopa) e salsa picada
1 cebola pequena picada
1 ovo
1 pãozinho bem picado
Sal e pimenta a gosto
Óleo para fritar
2 tomates caqui
Azeite e pimenta do reino moída na hora para finalizar
Folhas de salsa para decorar


Modo de preparo
Na panela de pressão, coloque o trigo em grão, cubra com água.
Feche a panela, leve ao fogo e deixe cozinhar por 30 minutos após o início da pressão.
Desligue o fogo, retire a pressão e verifique se o trigo está cozido, escorra.
Em uma tigela, misture a carne, o trigo, a salsa, a cebola, o ovo pão picado, o sal e a pimenta.
Molde as almôndegas e frite no óleo quente.
Lave os tomates, abra ao meio, retire as sementes e corte ao meio novamente.
Sobre cada um quarto de tomate, coloque duas almôndegas presas com um palito.
Decore com uma folha de salsa e na hora de servir, regue com um fio de azeite e polvilhe pimenta.
DICA: Varie substituindo o tomate por rodelas grossas de pepino 

Filé à Chateaubriand 


File à Chateaubriand
Serve: 2 pessoas
Tempo: 45 minutos
Nível: Intermediário
Corte: Filé mignon
Corte alternativo: Bombom de alcatra
Ingredientes
1 filé Chateaubriand – cerca de 400 g
2 folhas de sálvia fresca
50 ml azeite de oliva
50 g manteiga
50 g de champignon fresco fatiado
1 dente de alho picado
100 ml de caldo de carne (feito em casa ou o que vem em pó diluído em água)
50 ml de vinho tinto seco
1 colher de chá de farinha de trigo diluída em água
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Opcional: 50 ml de creme de leite fresco
Modo de preparo
Tempere os filés com sal e pimenta a gosto.
Pré-aqueça um frigideira em fogo alto.
Disponha o azeite e metade da manteiga.
Porcione em 2 filés. Acomode cada um com as duas folhas de sálvia.
Sele o filé por todos os lados, inclusive as laterais. Reservar e baixar o fogo.
Com um fio de azeite, refogue o alho e os cogumelos fatiados.
Junte o vinho tinto. Espere evaporar um pouco.
Junte o caldo de carne.
Deixe em fogo bem baixo, junte o trigo diluído para encorpar o molho.
Acrescente o restante da manteiga para deixar o molho mais aveludado e brilhante.
Sirva o molho por cima do filé.
Caso deseje um molho mais cremoso, acrescente o creme de leite 3 minutos após colocar o caldo de carne.
Dicas:
* Se você gosta de um filé mais passado, assim que retirar da frigideira, leve a um forno pré-aquecido a 180 graus por 10 minutos.
* Sugestão de acompanhamento: um trio de batatas - inglesa, doce e baroa. Cozinhar as batatas separadamente (cada uma tem um tempo diferente de cozimento) em gomos em água e sal. Assá-las em uma frigideira com azeite, manteiga, alho em fatias grossas e ervas de sua escolha (alecrim, tomilho, sálvia...). Temperar com pimenta-do-reino. 

Manual prático: como cozinhar com vinho

Carne e cogumelos ao vinho

1 - Posso comprar qualquer um já que é para cozinhar mesmo?
Um vinho de boa qualidade é vital para render uma excelente preparação. Assim, aqui cai o mito de valores. Claro, não precisa comprar um vinho muito caro e ultra premiado nos rankings, tais bebidas devem ser apreciadas como manda o figurino: em uma bela taça e em um momento especial. A lógica é sempre pensar em um bom custo-benefício. E se valer da regra “cozinhe com um vinho que você beberia”. Vinhos muito baratos podem ter acidez muito alta, o que vai camuflar os sabores mais sutis de uma receita. 
2 - Mas estou no supermercado e não tenho como provar o vinho.
Tente ver se essas informações sobre as características estão no rótulo. Normalmente, as etiquetas explicam em poucas palavras e, por sorte, de um jeito que não precisa ser um especialista para entender qual é a personalidade de tal vinho, tais como frutado, amadeirado, se carrega notas de especiarias. Se é jovem – um vinho mais fresco e/ou leve; se é envelhecido – quando a bebida é mais encorpada (já que passou por repouso em tones de carvalho, por exemplo). 
3 - Mesmo assim ainda tenho dúvidas. E agora?
Há um consenso bem fácil que dita “carnes brancas é com vinho branco”; “carnes vermelhas é com vinho tinto”. Aos iniciantes, essa realmente é a melhor fórmula. Mas isso não quer dizer que é uma verdade absoluta. Dá sim para fazer o inverso, mas já é preciso um pouquinho mais de parcimônia e cuidado: pode dar muito certo, porém é melhor fazer testes primeiro, já que a cozinha, mais do que fórmulas prontas, é sensibilidade. Se for para apostar às avessas, carnes vermelhas assadas vão bem com um branquinho. Por exemplo, uma maminha cozida em molho de tomates frescos. Por outro lado, o coq au vin, ícone da cozinha francesa, é um prato de frango com vinho tinto. 
4 - Decidi meu vinho. E agora, como levá-lo para a panela?
Há três modos de se cozinhar com tal bebida. E pode começar mesmo antes de o preparo ir para o fogo. Na fase de pré-preparo, há a marinada: técnica em que se deixa o alimento, normalmente carnes, imersos em meio ácido. Ou seja, nada mais é do que deixar temperando. O que muda é que é preciso seguir uma fórmula e começa com a obrigatoriedade de ter um item ácido – pode ser vinagre, limão ou ele, o vinho. Ainda é preciso ter os componentes aromáticos, como ervas, temperos e especiarias. Com ela, o objetivo é amaciar a carne e agregar sabor. 
5 – O vinho vai para a panela?
Sim. Essa é a segunda opção: ele é um item culinário e vai muito bem na panela em diversos tipos de pratos. Porém, com atenção ao tempo de cozimento, já que é preciso deixar evaporar o álcool, o que pede um pouco de tempo e paciência. Caso contrário, ele não vai cumprir a sua função de realçar a comida. 
6 - E para acompanhar uma carne?
Nesse caso, entra a terceira opção: investir em molhos e reduções – que nada mais é do que cozinhar lentamente um molho para concentrá-lo, torná-lo mais encorpado. Dessa maneira, é companhia perfeita para carnes mais gordas, como a costela. Anote: uma aposta certeira é prepará-la com o vinho do Porto, que é mais licoroso. Já para proteínas mais magras, como filé mignon e patinho, um bom truque é diluir a redução com uma outra base que pode ser um caldo de carne. 
7 - E flambar?
O vinho não é a melhor opção para efetuar esse processo. Tudo porque ele pede uma bebida com teor alcoólico elevado para a queima acontecer. Por isso, os mais indicados são conhaque, cachaça, uísque. 
8 - Mas sempre fiz uma receita em que flambo com vinho!
Como dito em tantos outros pontos aqui, cozinha é mais sensibilidade e menos leis universais. Porém, nunca é demais seguir alguns conselhos dos especialistas, sobretudo por se tratar de álcool. Seja qual for a bebida escolhida, as panelas mais indicadas para flambar são as rasas, sendo que para extrair melhor a função da técnica, assim que colocar o líquido, incline levemente o utensílio em direção à chama. Por isso, cuidado para não se queimar, também não se apavore com o fogo e deixe o processo acontecer: a chama apagará quando todo o álcool tiver evaporado. 
9 - Quanto vinho devo usar em uma receita?
Use com cautela. Ele é um ótimo aliado para trazer sabor e perfume, mas se não tiver moderação na dose, pode destruir a receita. Tente analisar e fique entre um shot a uma taça. Salvo quando a receita em si pede quantidades maiores, caso do bouef bourguignon, clássico da cozinha francesa, que tem tal bebida como um dos ingredientes principais e uma receita base que leva 1 garrafa. E mais uma vez o reforço: dê o tempo dele, tenha parcimônia e deixe ele agir na receita. 
10 - Dá certo usá-lo em qualquer panela?
Nunca cozinhe com vinho em panela de alumínio, de cobre ou de ferro. Tais materiais podem reagir com o ácido do vinho e trazer mais acidez ao preparo. Prefira as de inox. E lembre-se de que, depois de aberto, o vinho dura somente duas semanas. Sempre na geladeira e devidamente tampado com a rolha. 
* Fontes
Chefs Andrea Hunka, da Andrea Hunla Produção e Sabor, Olinda, PE; Fred Barroso, Le Vin Bistrô; e Wagner Barbosa, da Levy Restaurants, ambos de São Paulo.  

Aprenda a preparar o filé ao molho madeira

Serve: 4 pessoas 
Tempo de preparo: 1 hora e 0 minutos 
Grau de dificuldade: Intermediário 
Corte: Filé Mignon (também conhecido como Filé) 
Cortes alternativos: Contrafilé 

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Ingredientes
4 fatias de filé mignon, cada uma com uma a uma e meia polegada de espessura
200 g de cogumelos paris
1 colher de sopa de óleo
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de cebolas bem picadas
¼ de xícara de vinho Madeira
½ xícara de caldo de carne
1 colher de chá de extrato de tomate
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Modo de preparo
Temperar a carne com sal e pimenta e reservar;
Picar os cogumelos em fatias finas;
Em uma frigideira grande, passar os filés por mais ou menos 15 minutos, alternando o lado da carne a cada 5 minutos, em fogo alto;
Em seguida, reservar a carne em uma travessa grande;
Na mesma frigideira, derreter uma colher de manteiga, refogar os cogumelos até que comecem a soltar água e acrescentar a cebola picada;
Adicionar o vinho e mexer por alguns segundos;
Sem deixar de mexer, adicionar o caldo de carne, o extrato de tomate e mais uma colher de manteiga;
Adicionar sal e pimenta a gosto;
Reduzir o molho em fogo médio por cerca de 5 minutos ou até obter uma consistência encorpada;
Servir com o filé mignon.

Pão de alho: três versões caseiras e tentadoras

Pão de alho tradicional

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Serve: 1 pessoa 
Tempo de preparo: 20 minutos 
Grau de dificuldade: Iniciante 
Corte: Picanha 
Cortes alternativos: Costela

Pão de alho – receita base
Ingredientes
1/2 cabeça de alho descascado cru
1 cabeça de alho cozido ou assado no forno com casca 
100 g de queijo muçarela ralado fino ou picado
1 colher de café de sal
Pimenta a gosto
1 colher de chá de suco de limão 
50 g de manteiga
Versão 1:  1 copo de requeijão
Versão 2: 200 g de maionese 
 
Modo de preparo
Bata no pilão o alho cru com o sal e a pimenta até virar uma pasta com pedaços pequenos de alho. Junte o alho cozido já descascado, amasse novamente até virar uma pasta. Adicione o limão e a manteiga. Juntar o creme de sua preferência: requeijão ou maionese.
Pão de alho clássico 
Serve: 1 pessoa
Tempo de preparo: 20 minutos
Nível: Iniciante
Ingredientes
2 colheres de sopa da base de pão de alho de sua preferência
Salsinha picada a gosto
1 pão francês (ou o de sua preferência)
Modo de preparo
Faça cortes no pão de cima para baixo até a metade da altura do pão, como se fosse fazer fatias. 
Coloque quantidades generosas da pasta de alho nas aberturas. Levar ao forno preaquecido a 180 °C por cerca de 15 minutos. Sirva na sequência. 
Receita da chef Daniele Johnnei, do Danielle Johnnei Eventos, Recife (PE).

Pão de alho com mostarda

Serve: 2 pessoas 
Tempo de preparo: 20 minutos 
Grau de dificuldade: Iniciante 
Corte: Picanha 

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Pão de alho com mostarda
Serve: 2 pessoas
Tempo de preparo: 20 minutos
Nível: Iniciante
Ingredientes
2 colheres de sopa da base de pão de alho de sua preferência
1/2 colher de sopa de mostarda Dijon ou mostarda marrom
1/2 colher de sopa de mostarda amarela comum
1 pão tipo brioche
Semente de mostarda a gosto
Modo de preparo
Misture os ingredientes pastosos.
Faça cortes no pão de cima para baixo em formato de cruz sem cortar totalmente.
Coloque quantidades generosas da pasta de alho nas aberturas.
Leve ao forno preaquecido a 180 °C ou à grelha por cerca de 15 minutos.
Decore com os grãos de mostarda.
Sirva em seguida. 
Receita da chef Daniele Johnnei, do Danielle Johnnei Eventos, Recife (PE).

Pão de alho apimentado com páprica

Pão de alho apimentado com páprica
Serve: 2 pessoas
Tempo de preparo: 2 horas 30 minutos
Nível: Intermediário
Ingredientes
2 colheres de sopa da base de pão de alho de sua preferência
1 colher de chá de páprica defumada
1 colher de chá de páprica picante
1/2 colher de café de pimenta calabresa seca ou de pimenta calabresa bem picada
6 fatias de pão de forma integral
Modo de preparo
Amasse as fatias de pão com o auxílio de um rolo de massa ou algo que similar- um copo pode funcionar.
Posicione os pães em fileira de modo que um fique levemente sobre o outro.
Espalhe a pasta.
Faça um rolo bem apertado, enrole em um plástico filme e leve para a geladeira por 2 horas; ou ao congelador por 30 minutos.
Leve ao forno preaquecido por 15 minutos a 180 °C. Sirva inteiro ou em rodelinhas.
Regar com azeite, se desejar.
Receita da chef Daniele Johnnei, do Danielle Johnnei Eventos, Recife (PE).

Vinagrete nordestino

Serve: 6 pessoas 
Tempo de preparo: 50 minutos 
Grau de dificuldade: Iniciante 
Corte: Picanha 

Vinagrete nordestino
Serve: 6 pessoas
Tempo de preparo: 50 minutos
Nível: Iniciante
Ingredientes
1/2 cebola média (pode usar parte branca, parte roxa)
4 tomates
100 ml de água
50 ml de azeite de oliva
4 colheres de sopa de vinagre branco
Coentro e cebolinha a gosto
½ pimentão verde
½ pimentão amarelo
½ pimentão vermelho
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
Pique os pimentões, a cebola e o tomate em tirinhas.
Pique o coentro e a cebolinha.
Em uma tigela, junte tudo e mexa bem.
Leve para geladeira para descansar e apurar sabores por 30 minutos. 
Receita da chef Danielle Johnnei, da Danielle Johnnei Eventos, Recife (PE). 

Vinagrete tradicional

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Vinagrete clássico
Serve: 6 pessoas
Tempo de preparo: 50 minutos
Nível: Iniciante
Ingredientes
1 cebola média
4 tomates
100 ml de água
50 ml de azeite de oliva
4 colheres de sopa de vinagre branco
Cheiro verde (salsa e cebolinha) a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
Pique a cebola e tomate em cubinhos.
Pique o cheiro verde.
Em uma tigela, misture tudo, mexa, e leve para geladeira para descansar e apurar sabores por 30 minutos

Pastel de forno de duckbeef (bife de patinho)

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Serve: 5 pessoas 
Tempo de preparo: 40 minutos 
Grau de dificuldade: Iniciante 
Corte: Patinho (também conhecido como Bochecha, Caturnil, Cabeça de lombo, Bola) 

Ingredientes para 10 pastéis
350g de patinho (duckbeef) picado na ponta da faca (veja vídeo para detalhes de como fazer)
1 colher (de sopa) de manteiga
1 colher (de sopa) de cebola picada
1/2 xícara de azeitonas picadas
2 ovos cozidos e picados
1/3 de xícara de uva passa
1 colher (de café) de farinha
1/2 pimentão vermelho picadinho
1/3 de xícara de caldo de carne
Sal
Pimenta-do-reino
Massa pré-pronta para pastel de forno
Gema de ovo para pincelar

Modo de fazer
Corte o patinho na ponta da faca.
Passe a carne pela farinha de trigo e em uma frigideira bem quente com manteiga, marque a carne até ficar bem dourada.
Coloque uma pitada de sal e de pimenta, adicione a cebola e o pimentão, deixe murchar.
Junte a carne à mistura, adicione os ovos cozidos picados e a uva passa.
Acerte o sal se necessário.
Recheie a massa de pastel de forno (pré-pronta ou a receita que preferir) com a mistura de carne, deixando as bordas livres para fechar (veja no vídeo).
Feche o pastel com a ajuda de um garfo.
Pincele com gema de ovo crua.
Leve ao forno médio até a massa ficar bem douradinha.

Sugestão: Sirva com geléia de pimenta.

Os diferentes sais e suas propriedades

Flor de sal: como se fosse a nata do sal, extraído da camada superficial das salinas. por Academia da carne Friboi
1. Sal refinado
É extraído da água do mar através do processo de evaporação e depois refinado industrialmente. É composto basicamente por cloreto de sódio. A lei brasileira obriga a adição de 40 a 60 mg de iodo em cada kg do produto. O objetivo é prevenir doenças provocadas pela falta desse mineral.

2. Sal grosso
É o condimento preferido dos brasileiros no preparo das carnes para o churrasco. É tirado das salinas e não passa pelo refino. Também formado por cloreto de sódio, seus grânulos grossos dão uma sensação de explosão quando se dissolvem na boca. Leva iodo na mesma proporção do sal refinado.

3. Sal marinho
Composto  99% por cloreto de sódio, é o sal integral produzido nas salinas. Na prática, é o sal grosso que passa pela moagem. Seus grãos ficam um pouco menores do que os do sal grosso, mas um pouco maiores do que os do sal refinado.

4. Flor de sal
É como se fosse a nata do sal, extraído da camada superficial das salinas. Tem grãos mais delicados e translúcidos. É utilizado para realçar o sabor dos pratos, após o cozimento. A sugestão é pegar alguns grãos crocantes e aplicar delicadamente no prato que vai ser servido.

5. Sal light
O sal light possui um sabor mais suave, mas não deixa de salgar os alimentos. É composto 50% por cloreto de sódio e 50% por cloreto de potássio. É ideal para os hipertensos e para pessoas que retêm líquidos. Mas o potássio é contra-indicado para quem tem problemas renais.

6. Sal defumado
Existem diversos tipos de sais defumados produzidos com métodos específicos de cada país. Esses sais geralmente são colocados sobre o calor do fogo produzido por madeiras nobres. O sal defumado francês, por exemplo, é feito na fumaça fria preveniente da queima de carvalho. Também é possível adicionar aromatizantes artificiais de fumaça a sais comuns, mas o gosto fica muito mais forte que os naturais.

7. Sal rosa do Himalaia
Considerado um dos sais mais puros do planeta e composto por mais de 70 minerais, o sal rosa do Himalaia é extraído de minas subterrâneas. Seu tom rosado é emprestado dos minerais presentes em sua composição como o manganês e o ferro. Combina com carnes grelhadas.

8. Sal avermelhado ou Sal avermelhado do Havaí
É um sal não refinado, proveniente do mar de Alaea. Rico em dióxido de ferro, esse sal tem uma coloração avermelhada. Seu sabor ferroso adocicado é bastante suave e pode ser utilizado em várias receitas de carnes e aves. Seus grãos são maiores que os do sal refinado e possuem vestígios de argila.

Seis pimentas ideais para o preparo da sua carne

PImenta bode: muito utilizada em Minas Gerais e Goiás. por Academia da carne Friboi
1 - Pimenta malagueta
Originária do Peru, a pimenta malagueta é a mais famosa do Brasil.
Utilizada em receitas sobretudo da Bahia, é bastante ardida. Ideal para temperar carne seca, por exemplo.

2 - Pimenta dedo-de-moça
Típica do Brasil, a pimenta dedo-de-moça tem uma coloração vermelha intensa e ardência suave. Sua forma triturada e desidratada é vendida com o nome de pimenta calabresa. Ideal para temperar carne assada e carne de panela.

3 - Pimenta-do-reino
Uma das pimentas mais utilizadas no mundo, é muito aromática e de ardência moderada. Sua versão mais conhecida é a preta, colhida madura e que passa por secagem ao sol. Pequena e de formato arredondado, fica mais saborosa e aromática quando moída na hora de servir a receita. A pimenta-do-reino colhida ainda verde é utilizada no steak au poivre, típica receita francesa.

4 - Pimenta bode
Muito utilizada no Brasil, especialmente no Goiás e em Minas Gerais, a pimenta bode tem uma ardência elevada e colorações amarelada ou avermelhada, quando madura. Bastante utilizada em conserva e ideal para temperar carne de panela e feijão tropeiro.

5 - Pimenta rosa
Bastante aromática e sem ardor, a pimenta rosa é fruto da árvore aroeira, nativa da América do Sul. Muito utilizada em molhos para carnes assadas. Ideal para temperar molho à base de creme de leite para medalhões de filé mignon.
6 - Pimenta branca
A pimenta branca é a pimenta-do-reino colhida madura e que perde a casca em um processo de refinamento. Por não ter a casca, tem o sabor mais suave do que a pimenta preta. De picância leve a moderada, é utilizada em qualquer tipo de carne vermelha, além de molhos, frangos, porcos e peixes.

Os 10 mandamentos da carne

1 – Origem
Fator de vital importância. Portanto, tenha sempre um fornecedor de confiança, seja açougueiro ou revendedor.  “A qualidade da carne está ligada à sua procedência. Se o boi é de primeira, não existe carne de segunda!”, atesta o chef Paulo Machado, diretor de um instituto de pesquisas gastronômicas que leva o seu nome em Campo Grande (MS). 
2 – Manipulação
Respeite as fibras de cada estilo de corte. Nunca lave carne! “O caldo é o que mantém a umidade e o suco da carne, garantindo assim a suculência”, explica César Santos, chef do Oficina do Sabor, de Olinda (PE). A lavagem em água corrente só em indicada quando se usa partes como a tripa, que é a matéria-prima de receitas como a dobradinha. 
3 – Equipamento obrigatório
Uma faca boa é sempre bem-vinda. E todo churrasqueiro que se preze tem a sua peça coringa! Saiba que quando afiadas causam menos acidentes, claro, se manuseadas com atenção e segurança. No mais, quando estão tinindo ajudam a dar um acabamento melhor no corte no momento de servir. 
4 – Armazenamento
Guardar a carne de modo correto é essencial. Mantenha sempre as carnes resfriadas e no caso de um churrasco, retire da geladeira somente 30 minutos antes de levar para a brasa. Desse modo, o ingrediente recupera suas características e absorva melhor o tempero. 
5 – No freezer
Para congelar em casa, coloque em saquinhos próprios para este procedimento, em bifes ou pedaços para facilitar na hora do preparo. Já o descongelamento deve ser feito sempre de maneira natural: em temperatura de refrigeração, assim a carne não sofre grande oscilação de temperatura,  idealmente de 18 a 24 horas antes do preparo. Mantenha sempre a carne embalada, pois ela serve como proteção. 
6 – Tempero
Sal e fogo! Quase sempre, essa é a premissa que deve valer, inclusive quando o assunto é o nosso bom churrasco – nesse caso, deixe o refinado de lado e use o tipo grosso. AQUI damos mais dicas sobre oito diferentes sais. Já a pimenta-do-reino pode entrar em casos de filés e medalhões. Quando a carne for assada ou em refogados, entram outros temperos: na dúvida, alecrim é uma das ervas que sempre melhor funciona com este ingrediente. “Menos é sempre mais. Carne é carne e não deve ser 'maquiada'”, declara o chef Fred Barroso, à frente do Le Vin Bistrô, em São Paulo (SP). AQUI temos seis pimentas ideais para o preparo de sua carne.
7 – Brasa
Escolha sempre carvão de boa qualidade, com pedaços maiores e mais secos. Assim, você vai conseguir acender a churrasqueira de maneira mais fácil e o braseiro se formará rapidamente, fazendo com que o ar circule bem. “Tenha muita atenção, pois é essencial ter uma temperatura constante e controlada, sem labaredas. Sempre que for abastecer novamente a churrasqueira com o carvão, nunca jogue em cima da brasa já formada. Coloque o novo carvão na lateral da churrasqueira, até que ele se transforme em brasa”, alerta Jeferson Finger, chef da rede Barbacoa, em seu curso de Carnes Maturadas. Assista AQUI.
8 – Fogo
Estilo e intensidade mudam de acordo com o preparo desejado. No caso do churrasco, tome sempre cuidado com a distância da grelha e do braseiro para obter o resultado desejado. Para grelhar, use a parte mais baixa da churrasqueira e menos tempo de cada lado da carne. Com o braseiro forte, normalmente, vá deixando a carne de 5 a 8 minutos de cada lado. Se a ideia é assar, utilize a parte mais alta da churrasqueira, trabalhando com temperatura mais baixa e tempo maior de cocção - pode-se até usar espeto giratório, especialmente no caso de peças maiores de carne.
A chapa é uma boa solução quando se quer comer carne macia, na hora, pois ela consegue selar e peça perfeitamente. Já ao prepará-la cozida, você consegue controlar a temperatura e extrair maciez, textura e sabor. 
9 – Acessório de qualidade
Invista no arsenal do churrasqueiro e tenha uma pinça. “Ela é ideal para trabalhar na grelha, para mudar a carne de lugar ou para virá-la de lado. Quando isso é feito com garfo ou trinchante, você perfura a carne permitindo o sumo escorrer e, com isso, perder a suculência”, aconselha o chef churrasqueiro Carlão Carvalho, de Santos (SP).
10 – Ponto
Eis um ponto que deve ser respeitado. E essa condição varia de acordo com cada corte: a fraldinha, por exemplo, é sempre para malpassada; o filé mignon é ao ponto. “A carne nunca deve ser bem passada. Porém, o brasileiro não está acostumado com malpassado, estágio em que o ingrediente está em seu melhor momento: em sabor e suculência ”, pontua o chef André Ahn, do restaurante Karun, na capital paulista. 

Maminha de panela

Serve: 4 pessoas
Tempo de preparo: 1 hora e 20 minutos 
Grau de dificuldade: Avançado
Corte: Maminha (também conhecida como Ponta de Alcatra)
Cortes alternativos: Lagarto, Coxão mole ou Coxão duro
 
Ingredientes  
1 peça de 800 g  de maminha
1/2 maço de escarola
140 g de bacon
1 cebola grande cortada em cubos
3 dentes de alho picados
3 colheres (de sopa) de óleo
2 cenouras
600 ml de caldo de carne
Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo 
Faça um corte de uma extremidade a outra do lado mais largo da carne formando uma bolsa.
Recheie a carne com as folhas de escarola, as cenouras cortadas em tiras, as fatias de bacon, a cebola e o alho.

Prenda a abertura com palitos, tempere com o sal e a pimenta.
Em  uma panela grande, aqueça o óleo e doure a carne dos dois lados.
Despeje o caldo de carne, tampe a panela e deixe cozinhe no fogo brando durante 1 hora ou até a carne ficar bem macia. Retire a carne da panela, fatie e sirva com o molho que se formou na panela e arroz branco. 

Arrumadinho de carne de sol


Serve: 4 pessoas
Tempo: 60 minutos
Nível: Intermediário
Corte: Carne de sol
Cortes alternativos: Charque, carne seca
Ingredientes
Feijão
500 g de feijão verde
50 g de bacon picado (ou calabresa)
50 g de cebola picada
1 dente de alho picado
1 colher de chá de azeite
1 folha de louro
Sal e pimenta a gosto
Farofa
250 g de farinha de mandioca
80 g de manteiga
1 colher de chá de azeite
50 g de cebola picada
1 dente de alho picado
Sal e pimenta a gosto
Vinagrete
4 tomates cortados em tiras finas
1 cebola roxa cortada em tiras finas
½ pimentão verde cortado em tiras finas
¼ xícara (chá) de cheiro verde picado
1 xícara (chá) de água mineral
2 colheres de sopa de azeite extravirgem
1 ½ colheres de sopa do vinagre de sua preferência
Sal e pimenta a gosto
Ovo
2 ovos
Carne
600 g de carne de sol em cubos (previamente dessalgada em água ou leite)
100 g de cebola em tiras
3 colheres de sopa de azeite
3 colheres de chá de manteiga de garrafa
Modo de preparo
Feijão
Refogar em uma panela o bacon, a cebola e o alho.
Juntar o feijão e a folha de louro, cubra com água, temperar com sal e pimenta.
Após levantar fervura, tampar, baixar o fogo e cozinhar até os grãos ainda estarem um pouco firme na boca. Reservar ainda no caldo.
Farofa
Em uma frigideira refogue a cebola. Quando a mesma estiver transparente junte o alho e a manteiga. Baixe o fogo.
Espalhe o refogado em toda a frigideira e em movimento circular acrescente de uma só vez a farinha de mandioca.
Misture para que a manteiga incorpore toda a farinha. Ajuste sal e pimenta.
Mexer lentamente de fora para dentro por mais 5 minutos em fogo baixo para que toda a farinha doure. Reservar.
Juntar todos os ingredientes em um recipiente fundo. Temperar com sal e pimenta. Reservar em geladeira.
Ovo
Dispor os ovos em uma panela com água suficiente para cobri-los. Após levantar fervura, baixar o fogo e deixar por mais 8 minutos.
Carne
Pré-aquecer uma frigideira antiaderente. Dispor 1 colher de azeite e 1 de manteiga de garrafa.
Espalhar 1/3 da carne da frigideira. Dourar rapidamente cada lado dos cubos de carne. Reservar.
Repetir o processo com os outros 2/3 da carne.
Por último, refogar a cebola em fogo baixo e juntar as carnes pré-assadas. Montar.
Montagem
Pode ser feita em pratos individuais ou em um refratário de sua preferência. Escorra o feijão. Escorra a salmoura do vinagrete. Dispor cada ingrediente da receita lado a lado. Decore com os ovos.
Dica: no Nordeste, é comum servir o arrumadinho com uma porção extra de manteiga de garrafa à parte.